PÚBLICO-ALVO 8 a 10 anos (1º CEB)
11 a 12 anos (2º CEB)
Duração
135 min
Antigamente as águas residuais domésticas, resultantes das atividades humanas, saíam pelos tubos de esgotos e iam parar a fossas (buracos escavados dentro do solo), ribeiras, rios e mar. Descarregadas diretamente na natureza, comprometiam seriamente a saúde pública, podendo disseminar doenças como a cólera, diarreia ou hepatite. A água nessas condições não fica límpida, pode ter cheiros desagradáveis e transmitir doenças! Certamente que não gostarias de tomar banho na água de um rio onde fossem descarregadas as águas do lavatório, sanita, banhos, cozinha, limpeza e outras!
Nas águas de esgoto vão misturadas partículas sólidas, compostos químicos dissolvidos e microrganismos (bactérias e vírus) que, se não forem bem conduzidos, acabam por poluir a água dos poços, dos rios e dos oceanos, tornando-a imprópria para consumo e utilização humana.
Atualmente, as águas residuais das habitações das cidades e de muitos outros locais são encaminhadas, através de esgotos, para Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) a fim de só serem devolvidas ao ambiente depois de devidamente tratadas e serem removidos poluentes.
Nesta atividade vais compreender melhor o tratamento das águas residuais que saem pelos esgotos das habitações.
RESULTADOS PRETENDIDOS DE APRENDIZAGEM
• Ganhar consciência que mais de metade da massa do nosso corpo é água e que não está distribuída de igual modo;
• Conhecer volumes médios de água potável gastos por dia e enumerar atitudes de poupança de água face à sua escassez;
• Reconhecer a importância do tratamento da água residual doméstica para não contaminar o solo, e concretamente os recursos de água;
• Conhecer as principais etapas de tratamento numa ETAR e a sua importância na remoção de impurezas e microrganismos, tornando possível que a água seja devolvida à natureza, em condições de não prejudicar os seres vivos que nela habitam;
• Identificar e saber para que servem alguns processos físicos de separação de misturas heterogéneas usados numa ETAR;
• Programar robôs para execução de diversas ações de modo autónomo;
• Desenvolver persistência, autonomia e à-vontade em usar a tecnologia, nomeadamente a codificação e robótica;
• Estimular a criatividade e o pensamento crítico;
• Procurar e corrigir erros, testar, melhorar e otimizar uma determinada solução para resolver situações-problema, transformando o fracasso em sucesso;
• Valorizar o diálogo com os outros; questionar e discutir as ideias de forma fundamentada e contrapor argumentos.


